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Flávio Bolsonaro lidera primeiro turno, mas Lula vence em Castilho

Candidato do PL terminou a primeira etapa com 56,1 milhões de votos e enfrentará Lula no segundo turno; em Castilho, petista teve 238 votos a mais

Ygor Andrade
Por: Ygor Andrade Fonte: DA REDAÇÃO
05/10/2026 às 15h38
Flávio Bolsonaro lidera primeiro turno, mas Lula vence em Castilho
FOTO: DIVULGAÇÃO

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Flávio Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 na liderança nacional, com 56.104.268 votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em segundo, com 53.876.617 votos (45,16%). Como nenhum dos dois alcançou mais da metade dos votos válidos, eles disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

Em Castilho, entretanto, o resultado foi diferente. Lula foi o mais votado, com 5.417 votos, correspondentes a 48,26%, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 5.179 votos (46,14%). A diferença foi de 238 votos a favor do petista. O resultado mostra uma particularidade da votação local: enquanto Flávio terminou o primeiro turno na frente no conjunto do país, Lula obteve a maior votação entre os dois candidatos no município.

A disputa presidencial chega, portanto, à segunda etapa com os dois candidatos separados por pouco mais de 2,2 milhões de votos na votação nacional. Em Castilho, a diferença foi proporcionalmente muito menor: os dois reuniram 10.596 votos e ficaram separados por pouco mais de dois pontos percentuais. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Tarcísio é reeleito em São Paulo no primeiro turno

Em São Paulo, a eleição para governador foi definida já no primeiro turno. Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito com 14.491.874 votos, ou 62,65% dos votos válidos, enquanto Fernando Haddad (PT) terminou a disputa com 36,42%, 8.423.656 votos. A totalização oficial do TSE foi concluída com 100% das urnas apuradas.

Outro dado que marcou o primeiro turno foi a abstenção de 33,4 milhões de eleitores, equivalente a 21,08% do eleitorado apto. Foi a maior taxa de abstenção registrada em uma eleição geral desde 1998. Dos 158,7 milhões de eleitores aptos, cerca de 125,2 milhões compareceram às urnas. O número coloca a participação eleitoral como um dos pontos de atenção para o segundo turno.

 

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