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Castilho participa de integração regional para reforçar protocolos de emergência da Usina Jupiá

Workshop promovido pela CTG Brasil discute alinhamento entre planos municipais e ações preventivas em caso de ocorrências envolvendo a barragem

Ygor Andrade
Por: Ygor Andrade Fonte: CTG BRASIL
15/05/2026 às 13h32
Castilho participa de integração regional para reforçar protocolos de emergência da Usina Jupiá
FOTO: DIVULGAÇÃO CTG

Fonte: CTG Brasil

A estrutura de resposta a emergências que pode impactar diretamente municípios da região, entre eles Castilho, entrou em pauta nesta semana durante um workshop promovido pela CTG Brasil na Usina Hidrelétrica Engenheiro Souza Dias (Jupiá).

O encontro reuniu representantes das Defesas Civis municipais e estaduais para alinhar protocolos entre o Plano de Ação de Emergência (PAE) da usina e os Planos de Contingência Municipais (PLANCON), medida considerada estratégica para garantir respostas rápidas e organizadas em situações críticas.

Para Castilho, a participação possui relevância preventiva e operacional. O município integra a área considerada nos estudos de segurança da barragem, o que exige alinhamento constante entre poder público, órgãos de proteção e a concessionária responsável pela operação da hidrelétrica.

Durante a programação, foram apresentados detalhes operacionais da usina, sistemas de monitoramento e procedimentos previstos para acionamento emergencial, além da integração prática entre as equipes da região.

Segundo a empresa, a UHE Jupiá já conta com cadastramento de moradores em áreas de atenção, rotas de evacuação sinalizadas, sistema sonoro de alerta, realização de simulados periódicos e monitoramento técnico contínuo da estrutura.

O gerente de engenharia civil e segurança de barragens da CTG Brasil, Pedro Nunes, afirmou que o alinhamento regional fortalece a capacidade de resposta conjunta em eventuais ocorrências.

“Promover essa integração com os órgãos de defesa civil e demais parceiros é essencial para fortalecer a preparação e a capacidade de resposta em situações emergenciais.”

A CTG Brasil reforçou que a usina possui classificação de baixo risco, conforme critérios da Agência Nacional de Energia Elétrica, e opera sob monitoramento permanente, seguindo exigências técnicas e legais de segurança.

Para Castilho, a participação no encontro amplia a articulação regional em torno da prevenção e do planejamento de resposta rápida, tema considerado estratégico em municípios localizados próximos a grandes estruturas de geração de energia.

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