
Fonte: COMUNICAÇÃO ILHA SOLTEIRA
Descartar eletrônicos de forma incorreta pode gerar impactos ambientais duradouros — e foi justamente esse problema que um projeto recente buscou transformar em aprendizado em Ilha Solteira. A ação envolveu estudantes em atividades práticas que combinaram arte e sustentabilidade.

Realizado na Casa da Juventude, o projeto “Do Descarte à Arte” reuniu 60 alunos de escolas estaduais em oficinas voltadas ao reaproveitamento de resíduos eletrônicos. A proposta colocou os participantes em contato direto com materiais que, na maioria das vezes, seriam descartados sem tratamento adequado.
Durante seis dias de atividades, entre 17 e 24 de março, estudantes das escolas Arno Hausser e Urubupungá participaram da criação de peças artísticas a partir de componentes eletrônicos inutilizados. A prática, conhecida como metareciclagem, permite dar nova função a resíduos e reduzir impactos ambientais.
Além da produção artística, a iniciativa trabalhou conceitos de consumo consciente e responsabilidade ambiental, conectando teoria e prática de forma aplicada ao cotidiano.
O encerramento ocorreu com uma exposição das peças desenvolvidas, permitindo que os próprios alunos apresentassem os resultados e ampliassem o alcance da mensagem sobre sustentabilidade.
O que isso significa na prática: mais consciência sobre descarte correto de eletrônicos, estímulo à reutilização de materiais e formação de jovens com maior percepção ambiental no dia a dia.







