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Vereador Lorinho propõe uso do “Mounjaro” na rede pública para tratar diabetes e obesidade em Castilho

Medicamento à base de tirzepatida é indicado para controle do diabetes tipo 2 e tem alto custo no mercado

Ygor Andrade
Por: Ygor Andrade Fonte: DA REDAÇÃO
16/03/2026 às 22h19
Vereador Lorinho propõe uso do “Mounjaro” na rede pública para tratar diabetes e obesidade em Castilho
FOTO: DIVULGAÇÃO

Uma indicação apresentada na Câmara Municipal de Castilho solicita que a Prefeitura de Castilho avalie a possibilidade de disponibilizar, na rede municipal de saúde, o medicamento Tirzepatida, conhecido comercialmente como “Mounjaro”, para pacientes diagnosticados com Diabetes Tipo 2 e Obesidade.

A proposta foi apresentada pelo vereador Ademar Onório Ribeiro, o Lorinho, que solicitou ao prefeito Paulo Duarte Boaventura que o tema seja analisado pela Secretaria Municipal de Saúde.

A indicação prevê que o fornecimento ocorra mediante prescrição médica e acompanhamento pela rede pública, como forma de garantir uso adequado e seguro do medicamento.

Segundo o vereador, a iniciativa surge da dificuldade enfrentada por pacientes que convivem com doenças crônicas e não conseguem acesso a tratamentos modernos devido ao custo elevado.

“A eficácia desse medicamento já foi comprovada. Muita gente usa para fins estéticos, para emagrecer, mas o correto é usar para tratar doenças, e por ser muito caro, quem realmente precisa, acaba não conseguindo. Por isso, solicitei ao prefeito Paulo Boaventura esse estudo, para que possamos viabilizar esse medicamento a quem precisa”, afirmou Lorinho.

A tirzepatida é indicada para o tratamento do diabetes tipo 2 e tem apresentado resultados também no controle da obesidade, com impacto na redução de peso e na melhora dos níveis de glicemia. No entanto, o valor do tratamento ainda limita o acesso de grande parte da população.

Na justificativa, o parlamentar destaca que diabetes e obesidade estão frequentemente associados a outras doenças, como hipertensão e problemas cardiovasculares, o que amplia os riscos e aumenta a demanda por acompanhamento contínuo na rede pública.

A proposta segue agora para análise do Executivo municipal, que deve avaliar a viabilidade técnica e financeira da medida por meio da Secretaria Municipal de Saúde.

 
 
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