
Fonte: Prefeitura de Ilha Solteira
O aumento de casos de chikungunya em Ilha Solteira nas últimas semanas acendeu um alerta da Vigilância Epidemiológica, que reforça a necessidade de atenção imediata da população para conter a disseminação da doença.

O avanço está diretamente ligado ao período chuvoso, que cria condições ideais para a proliferação do Aedes aegypti, vetor também responsável pela transmissão de dengue e zika. O acúmulo de água parada em recipientes expostos tem ampliado os focos do mosquito no município.
Segundo o órgão, locais como garrafas, pneus, calhas entupidas e caixas d’água destampadas funcionam como criadouros, aumentando o risco de transmissão e exigindo ação imediata dos moradores.
A chikungunya é uma doença viral que provoca febre alta, dores intensas nas articulações, dor de cabeça e manchas pelo corpo. Em alguns casos, os sintomas podem evoluir para dores persistentes por meses, impactando a rotina dos pacientes.
A Vigilância Epidemiológica mantém ações de orientação e visitas domiciliares, mas reforça que o controle da doença depende, principalmente, da eliminação de focos dentro das residências.
Entre as principais medidas indicadas estão a eliminação de recipientes com água parada, vedação de caixas d’água, limpeza de calhas e descarte correto de lixo. Também é recomendado o uso de areia em pratos de plantas e o armazenamento adequado de garrafas.
Em caso de sintomas, a orientação é buscar atendimento médico imediato e evitar a automedicação.
O cenário indica risco de avanço dos casos nas próximas semanas, caso não haja redução dos criadouros do mosquito, tornando a prevenção uma medida essencial para evitar sobrecarga nos serviços de saúde.